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MDB perdeu aliados com prisão de André Puccinelli

Líderes do MDB falaram com ex-governador

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Ministro Marun, pré-candidata do Governo, Simone Tebet, e senador Waldemir Moka, avaliaram o tamanho do “estrago” na véspera da convenção - Foto: Valdenir Rezende e Gerson Oliveira / Correio

O MDB perdeu aliados com a prisão do ex-governador André Puccinelli, indicado para concorrer à sucessão estadual. Sexta-feira (3) à noite, os principais líderes do partido se reuniram para avaliar o tamanho do “estrago” na aliança do partido. O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu grandes dificuldades para tocar a campanha da senadora Simone Tebet, escolhida para substituir André.

Para Marun, os “prejuízos são irreversíveis” com a retirada de alguns aliados políticos. “O André coordenava a própria campanha, como é do feitio dele. E se há alguns dias da convenção você é afastado do processo, o candidato e coordenador da campanha, é evidente que os prejuízos já são irreversíveis”, afirmou.

Marun, no entanto, diante das dificuldades, ainda aposta na vitória de Simone nas urnas. “Nós vamos tentar diminuí-los (os prejuízos), chegar ao segundo turno e conquistar a vitória nessas eleições”, afirmou.

“Nesse momento estão sendo estabelecidos diálogos entre a nossa candidata e alguns outros partidos no sentido de agregarmos mais forças políticas a esse projeto”, comentou o ministro. Algumas das lideranças do MDB se reuniram, também, na sexta-feira pela manhã com André na prisão para avaliar a perda de apoio político.

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